Vá caminhar de manhã bem cedinho, observa a paisagem, envolva-a como num corpo imaginário.
Pensa no sol e sinta-o brilhar, repara nas folhas secas,
Imagina-as no outono. Olhe devagar para o azul do céu infinito.
Lembra daquele quase romance, e fica, num instante sem palavras...
Transforma esse bocado da manhã, em poema.”
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