(foto pessoal Araruama RJ)
Os lugares-comuns, as frases feitas, os bordões, os narizes-de-cera, as sentenças de almanaque, os rifões e provérbios, tudo pode aparecer como novidade, a questão está só em saber manejar adequadamente as palavras que estejam antes e depois.

%20(1)%20(2)%20(1).png)
Lindo poema e ser caderno de poesia encanta sempre quem lê ou a ouve! beijos, tudo de bom,chica
ResponderExcluirUn cuaderno de poesía puede ser un verdadero tesoro.
ResponderExcluirEsta vez te espera un conejito en mi blog.
¡Feliz día, Roselia!
Um caderno de poesia pode ser um verdadeiro tesouro.
ExcluirDesta vez, um coelhinho espera por você no meu blog.
Feliz dia, Roselia!
Querida Roselia,
ResponderExcluirSeu “caderno de poesia” dialoga com o pensamento de Saramago como quem compreende, com suavidade, que as palavras não precisam ser inéditas para serem verdadeiras basta que sejam suas. Nos seus versos, o caderno não é apenas objeto, mas guardião: abriga inspirações, esquece dores, fixa aquilo que retorna como claridade.
Há em seu poema uma delicadeza que transforma memória em abrigo. Você registra o que merece permanecer e deixa que o resto na página em branco, onde não há rancor, apenas escolha. Assim, confirma o que Saramago diz: a novidade está menos nas frases e mais no coração que as ordena.
Seu caderno de poesia é, antes de tudo, um caderno de vida e você o abre com uma ternura que ilumina.
Beijo linda,
Fernanda
Lindo poema. Te mando un beso.
ResponderExcluir