(foto pessoal)
"A poesia vem do Amor".
(Catulo da Paixão Cearense)
No céu particular, escritos
pontuam-se nos livros.
Tem locais bem secretos,
guarda seus manuscritos.
Eles a arribam, escalada,
degraus de saberes mistos.
Cada obra lida ou publicada
vão para seus refúgios secretos.
É, da vida, rudimentos,
além de saberes conquistar.
Contém lágrimas, segredos,
alcança alturas a mensurar.
Verdadeiros tratados,
poemas a cuidam, a valoram.
Seu existir, seu eu, a edificam,
são produções, seus versos.
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Bonitos versos, Roselia.
ResponderExcluirUn abrazo y feliz día.
Hay también una nueva entrada en mi blog.
Olá, minha querida Roselia, fico tão feliz em poder ler seus poemas e os pensamentos neles contidos, pois são sábios e belos. Um abraço carinhoso e que a sorte esteja com você. Beijos e abraços!
ResponderExcluirQuerida Roselia,
ResponderExcluirteu poema tem a delicadeza de quem sabe que a poesia não nasce do acaso, mas de um amor silencioso e persistente pelo viver e pelo aprender. Há nele uma reverência bonita ao livro, ao manuscrito guardado, aos refúgios íntimos onde a palavra repousa antes de se oferecer ao mundo.
Os versos revelam uma construção paciente do ser: degrau por degrau, leitura por leitura, lágrima por lágrima. A poesia, em teu texto, não é apenas escrita é morada, é cuidado, é aquilo que edifica o “eu” com verdade e sensibilidade. Cada obra se transforma em abrigo, cada verso em gesto de valorização da própria existência.
Lê-se em tua poesia um profundo respeito pelo saber que transforma, pelo amor que sustenta e pela palavra que, vinda do íntimo, alcança alturas. É um poema que honra a poesia como caminho, como afeto e como construção de si.
Amei!
Beijinho
Fernanda
Lindo e verdadeiro, Rosélia! Cada verso é uma produção, sim... é o coração do poeta que se entrega, para transmitir o que sente! Meu abraço, boa semana.
ResponderExcluirUy que lindo poema. Te mando un beso.
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