(foto pessoal)
O que o vento não levou
No fim tu hás de ver que
as coisas mais leves são as únicas
que o vento não conseguiu levar:
um estribilho antigo
um carinho no momento preciso
o folhear de um livro de poemas
o cheiro que tinha o próprio vento...
(Mario Quintana)
Pequenina como orvalho,
Recém-nascida, anônima,
A poetizar passou.
Olhou o poema,
Voou, pousou...
Convidou-a a viver.
Foi certeza nos olhos,
Com presteza, a poetar.
Encantou-se,
Resistiu, surpreendida...
Sem nome,
Achado, encontrado,
Simplesmente vencido...
Partilhou da sua dor.
O poema fortuito
Jamais a abandonou,
É elo efusivo,
Escrito compulsivo.

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ResponderExcluirOlá, amiga Roselia!
O poema muitas vezes não precisa de ter nome, para sentir poesia.
Poesia na essência
no sentir, na emoção
são palavras livres ao vento
que saem do coração.
Gostei muito deste poema, estimada amiga.
Deixo os votos de um ótimo fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Bello poema. Te mando un beso.
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