(foto pessoal)
"Você nunca será capaz de experimentar tudo. Então, por favor, faça justiça poética à sua alma e, simplesmente, experimente a si mesmo."
Trancei minha tristeza,
ela está aprisionada,
não pode se mover.
Cabelos soltos ao vento
podem espalhar a melancolia
sem pedir licença.
O corpo todo fica triste,
assim eu prendo a dor,
bem firme e dou um nó.
Não deixo me contaminar,
minha trança é proteção
às dores da alma e do coração.
.jpg)
%20(1)%20(2)%20(3).png)
He perdido mi pena,
ResponderExcluirestá encarcelada,
No puede moverse...
¡Qué descriptivo, Roselia! Me llegan hondo estos versos.
Espero que pases un buen día.
Un abrazo, amiga.
Tienes también abierta la puerta a mi espacio de poesía.
Boa noite Rosélia,
ResponderExcluirno teu poema a tristeza torna-se quase uma matéria tangível que escolhes trançar, conter, não para negá-la, mas para impedir que invada todo o espaço interior, a trança surge como um gesto íntimo e simbólico, um laço firme entre vontade e fragilidade, enquanto os cabelos soltos ao vento sugerem que a melancolia poderia se espalhar livremente se a deixássemos agir, contaminar o ar sem pedir licença, mostras com precisão como todo o corpo participa dessa emoção, como a dor procura expandir-se, e como decides então segurá-la com firmeza, dar-lhe um nó com lucidez, a tua trança torna-se proteção, barreira silenciosa contra as feridas da alma e do coração, um ato de resistência delicado, porém determinado, o teu texto fala de uma força discreta, de uma escolha consciente de não se deixar invadir, e é essa contenção, essa elegância na luta interior, que torna o teu poema profundamente comovente, desejo-te uma noite serena, que esta mesma proteção continue a envolver-te e que a noite te traga paz e clareza, Bss, Régis.