Mil detalhes a cuidar,
Sem condição de nenhum amor lhe dar,
Recordo-me a dor experimentada no lar
Por parte de quem lhe deveria mimar.
Estreiteza com a tristeza,
Semelhança no trilhar se vê
No coração da indigente
Precisava se animar.
Infeliz do seu próprio destino,
Tem suas mãos acorrentadas,
Não gera laços fermentados
Triste desatino!
Como desprender-se da VIOLÊNCIA
Se as chaves se perderam por falta de abrigo
No coração de quem a prendia,
Fê-la correr tanto perigo?
Quanta força desmedida!
No desperdício da ignorância,
Nas frentes em conflitos, na ida e vinda
A cultuar a violência...
.
Quem garante ser isso vida?
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