(foto pessoal Nordeste)
Saio da minha poesia como quem lava as mãos.
João Cabral de Melo Neto
Pensativa, meditativa,
parece ter asas verdes.
(foto pessoal Nordeste)
Saio da minha poesia como quem lava as mãos.
João Cabral de Melo Neto
Vem a noite a amenizar,
(foto pessoal Anchieta ES)
Quisera não perder a alegria,
Pelo clamor da poesia.
Investe com generosidade,
Nos poemas, sem maldade.
Num tempo solitário,
Em dias de inverno.
No tempo, na alma,
Alegria da poesia a acalma.
Nada seria sem poesia,
Na destemida alegria.
Não se nega ao vigor poético,
Seu viver não é patético.
Poeta dor indelével,
(foto pessoal Porto Seguro BA)
"Depois da meia noite sou mais poeta,
viro mais poeta,
enquanto a poesia me vira."
Nunca teve moleza,
Houve momentos de inconstância.
Da amargura, da tristeza,
À solidão da poesia.
´É feita ao amor,
Dá carinho, amizade bálsamo.
Respira fundo, se acalma,
Integra-se de novo, vai ao poetar.
Rumo ao mundo da poesia,
Mensagem amorosa almeja deixar.
É trabalho intenso, ascese, alegria,
Crescimento do poetizar.
"Somos essa bagunça organizada e paradoxal, só a poesia se arrisca a interpretar." T udo parado, Sol se pondo em brandas cores, ...