sábado, 31 de janeiro de 2026

Poesia no ar

 


(foto pessoal Guarapari ES)


" A poesia, a música, a pintura, isso não salva o mundo, mas salva o minuto.  É  o suficiente. "



Um belo dia, descobriu,

Tinha pouco tempo de vida.
Começou a escrever.

Teve uma boa ideia,
Vai desfolhar cada dia 
Como se fosse um poema.

Reforça  ânimo com cafezinho, 
Entra na segunda página,
Degusta um pão de queijo.

Deu uma volta pela cidade
Renovou seu ânimo e  vontade.
Pontuou, como num poema leve.

Como é delicioso viver!
Mais um cafezinho na tarde,
Escreveu um poema e outro.


Poetar faz ficar animada,
Mais um cafezinho na tarde,
Desta vez, mais reforçado.


Um belo cenário contemplar,
Observar com toda atenção,
Desfolhar também o poema.


Uma espreitada ao arredor,
Céu e mar... entre os versos,
A poesia já está no ar...




6 comentários:

  1. Bonjour Rosélia,🥞🍳
    À la veille du champ de l’heure où les crêpes vont danser,
    Que ce dimanche s’étire en douceur pour nous enchanter,
    Que le vent caresse les feuilles et le soleil nos pensées,
    Et que chaque café s’écoule comme un fil d’or parfumé.
    Que les crêpes, rondes lunes, virevoltent et se retournent,
    Qu’elles se garnissent de miel, de sucre ou de fruits qui se confondent,
    Et que ce festin joyeux, simple mais sans seconde,
    Offre aux lectrices et amis un bonheur qui abonde.
    Que ce matin léger transforme chaque rire en éclat,
    Que les saveurs et les mots s’entrelacent pas à pas,
    Et que l’élégance du jour, le parfum, la danse, le repas,
    Fassent de ce premier dimanche un souvenir délicat.
    …et que, pendant que le café fume et que le vent chatouille les rideaux, les crêpes, rondes comme de petites lunes farceuses, sautillent, tournent et se chamaillent sur la poêle en un ballet improbable, avant de se plier, se rouler et se glisser sur les assiettes avec malice, prêtes à être dévorées en rigolant, comme si chaque bouchée donnait le droit de danser avec elles jusqu’au coucher du soleil, Bisou.
    ☙✦⮩༻.℟𝔢𝔤𝔦𝔰-𝔉.༺⮨✦❧
    ⚜-La Plume de l'Âme Silencieuse-⚜🪶


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    1. Olá Rosélia, 🥞🍳
      Na véspera da hora em que as panquecas dançarão,

      Que este domingo se desdobre suavemente, nos encantando,

      Que o vento acaricie as folhas e o sol nossos pensamentos,
      E que cada café flua como um fio de ouro perfumado.

      Que as panquecas, luas redondas, girem e rodem,

      Que sejam recheadas com mel, açúcar ou frutas que se misturam,
      E que esta alegre festa, simples, porém atemporal,
      Ofereça aos leitores e amigos muita felicidade.

      Que esta manhã luminosa transforme cada riso em uma explosão de som,
      Que sabores e palavras se entrelacem passo a passo,
      E que a elegância do dia, a fragrância, a dança, a refeição,
      Façam deste primeiro domingo uma doce lembrança.

      …e enquanto o café fumega e o vento acaricia as cortinas, as panquecas, redondas como pequenas luas travessas, saltam, giram e brigam na frigideira num balé improvável, antes de se dobrarem, rolarem e deslizarem ludicamente para os pratos, prontas para serem devoradas com risos, como se cada mordida desse o direito de dançar com elas até o pôr do sol. Beijos.

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  2. Olá, minha querida Roselia, como são verdadeiras essas palavras sobre poesia e arte! Elas não vão salvar o mundo, é verdade, mas são essenciais para nossas vidas de beleza e esperança.

    Um poema maravilhoso!

    Muitos votos, minha querida, e tenha um fevereiro maravilhoso!

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  3. Bonjour Rosélia,
    ton poème respire comme une journée simple et lumineuse.
    Il trouve la poésie dans le café, le courage, le ciel et la mer.
    Tu montres que l’écriture sauve le temps…
    et que la vie, même fragile, sait encore chanter.

    J'ai adoré !
    Bon dimanche , bisou
    இڿ-ڰۣ Véronique

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    1. Olá Rosélia,
      seu poema respira como um dia simples e luminoso.
      Encontra poesia no café, na coragem, no céu e no mar.
      Você mostra que escrever economiza tempo…
      e que a vida, mesmo frágil, ainda sabe cantar.

      Adorei!
      Tenha um bom domingo, beijos
      Véronique

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  4. Olá Rosélia, mais um belo e reflexivo poema, abçs!

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