Unida pela delicadeza,
Num mundo um tanto insensível.
Vou pelos caminhos poéticos.
Adoçam meu espirito,
Estiram meu ânimo,
Envolvem minha alma.
Vou envolta em poesia e no amor,
Meu lado humano fica inteiro,
HUMANO, verdadeiramente.
"Ninguém sai de um poema com a mesma roupa que entrou". Pr imeiro, eu choro, Depois, respiro fundo. H á pessoas sentidas como eu...
Nesse mundo insensível, a poesia nos salva sempre! Linda! beijos, ótimo dia, chica
ResponderExcluirQue a poesia siga sempre sendo um bálsamo para a nossa alma. Linda poesia. Luz e paz. ♥
ResponderExcluirOlá, amiga Roselia!
ResponderExcluirDesculpa pela demora em retribuir as visitas. Depois do gesso, o trabalho dobrou por aqui. Agora estou em São Paulo, fazendo especialização e atendendo também. Assim que conseguir passar por aqui com mais calma, virei no meu tempo.
O texto tem a suavidade de quem escolheu resistir sem endurecer. A delicadeza aparece não como fragilidade, mas como uma forma consciente de permanecer em um mundo que tantas vezes exige pressa, dureza e silêncio. A referência a Carolina Maria de Jesus abre o poema com força e verdade escrever como desabafo, como sobrevivência emocional.
Gostei especialmente do trecho “Vou pelos caminhos poéticos”, porque ele transmite a ideia de que a poesia não é apenas escrita, mas também direção, abrigo e maneira de existir. E o final, ao destacar “HUMANO, verdadeiramente”, fecha o texto com intensidade: como se amar, sentir e permanecer sensível fossem atos de coragem. É um poema breve, mas muito acolhedor e cheio de luz interior.
Um baço querida
Fernanda
Escrever... é libertar as palavras que ficaram presas na garganta!...
ResponderExcluirPor isso... a Poesia é libertadora!...
Uma noite feliz Roselia.
Abraços fraternos.