Sobre a Terra, antes da escrita e da imprensa, existiu a poesia.
Pablo Neruda
Mil detalhes a cuidar,
Sem condição de nenhum amor lhe dar,
Recordo-me a dor experimentada no lar
Por parte de quem lhe deveria mimar.
Estreiteza com a tristeza,
Semelhança no trilhar se vê
No coração da indigente
Precisava se animar.
Infeliz do seu próprio destino,
Tem suas mãos acorrentadas,
Não gera laços fermentados
Triste desatino!
Como desprender-se da VIOLÊNCIA
Se as chaves se perderam por falta de abrigo
No coração de quem a prendia,
Fê-la correr tanto perigo?
Quanta força desmedida!
No desperdício da ignorância,
Nas frentes em conflitos, na ida e vinda
A cultuar a violência...
.
Quem garante ser isso vida?
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Olá, amiga Roselia!
ResponderExcluirA violência doméstica é um cancro da nossa sociedade que precisamos erradicar definitivamente. É lamentável tanta violência no seio das relações amorosas
Passando por aqui, para desejar um bom fim de semana, com tudo de bom., e não só. Também nas crianças e idosos.
Gostei bastante deste seu poema, estimada amiga.
Deixo os votos de um bom fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
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