"O poeta cerebral tomou café sem açúcar e foi pro gabinete concentrar-se.
Seu lápis é um bisturi que ele afia na pedra."
Adélia Prado
Já vivi no automático,
Coloco celular no silencioso,
Pessoas me importam
Coloco celular no silencioso,
Pessoas me importam
Num zelo cioso.
Gosto de acordar com calma,
Durmo sem pressa,
Durmo sem pressa,
Um sono bem descansado,
Meu poema é sonhado.
Fui obrigada a me carregar sozinha,
Com a preciosa Ajuda Divina.
Atenta se me falta bateria/carga...
Aprimoro-me na poesia não amarga
O Maior Carregador está todo dia
Energizando-me...
Dele me vem a Força.
Dele me vem a Força.
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