"Ninguém sai de um poema com a mesma roupa que entrou".
Primeiro, eu choro,
Depois, respiro fundo.Há pessoas sentidas como eu,
Muito parecidas com o modo de sentir
O feito no meu coração.
Não só tento...
A autoestima venceu minha dor aguda.
Dói demasiadamente,
Cheia de encantamento, recomeço,
A natureza não me trata com estranheza,
Não só tento...
Ouso dizer amar bem direitinho,
Com toda generosidade do meu coração,
Dando tudo de mim,
Sem reservas, mesmo não resulte.
A frieza tem o peso do abandono,
A frieza tem o peso do abandono,
Sei como pesa...
Mataram-me sem amor,
Mataram-me sem amor,
Não pude mais ressuscitar,
Segui, mesmo abandonada.
A autoestima venceu minha dor aguda.
Afasto-me, rejeitada,
Outros me acolhem com amor.
Dói demasiadamente,
Põe-me de novo em lágrimas doloridas,
Com poesias lacrimejantes doídas.
Sem a escrita, a dor de receber frieza
Sem a escrita, a dor de receber frieza
Por parte dos amados,
Seria ainda muito maior.
Cheia de encantamento, recomeço,
A natureza não me trata com estranheza,
É uma verdadeira poesia de delicadeza.
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Bom dia, amiga Roselia!
ResponderExcluirPoema intenso, profundo, dolorido, mas muito belo, que muito gostei.
Deixo os votos de um feliz fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Que bom que na poesia encontras acolhida...
ResponderExcluirNinguém merece o fel da frieza...Afff! beijos, lindo domingo e feliz inverno! chica
Lindo poema. Te mando un beso.
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