(Ubatuba SP)
"Quem apresenta o poema é o poeta."
Há dores? Sim.
Há curas? Sim.
Entre moléstias, viroses,
Há curas? Sim.
Entre moléstias, viroses,
Temos as depressões e prepotência
Abatendo a fraternidade da humanidade.
Pergunto-me se médicos estão preparados
A tal calamidade de egos inflados?
Competência muitos têm,
Competência muitos têm,
Serão os arrogantes pacientes...
Querem sair do quadro cruel?
Deixem aflorar os poemas decentes.

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Querida Roselia,
ResponderExcluirSeu poema toca numa ferida que nem sempre aparece nos exames ou nos diagnósticos. Há doenças do corpo que desafiam a medicina, mas há também as enfermidades da alma, entre elas a arrogância e os egos inflados, que tantas vezes enfraquecem a fraternidade humana.
Gostei da forma como você contrapõe dor e cura, levando-nos a refletir que nem todo tratamento depende apenas da ciência; alguns exigem humildade, autoconhecimento e disposição para reconhecer as próprias fragilidades. Talvez seja por isso que a poesia tenha um papel tão importante: ela alcança lugares onde receitas e prescrições não conseguem chegar. Seu poema convida à reflexão e nos lembra que a verdadeira cura começa quando deixamos de lado as certezas excessivas e permitimos que a sensibilidade floresça.
Com carinho,
Fernanda
Que foto tão linda,Roselia! E os egos realmente parecem cada vez mais inflar...Tua poesia linda!
ResponderExcluirbeijos, chica
Boa tarde Rosélia!
ResponderExcluirUm poema de reflexão interessante, que estabelece um paralelo entre as doenças do corpo e as fragilidades do carácter humano. Com simplicidade e sentido crítico, o poeta chama a atenção para a arrogância e a prepotência como males que enfraquecem a fraternidade, sugerindo a poesia como um caminho para a sensibilidade, a consciência e a mudança
Um foto muito bonita.
Boa semana.
Beijo de amizade
:)
https://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/
Sim há dores, mas também a cura. Essa poesia é uma verdadeira oração. Aleluia.
ResponderExcluirUn poema siempre puede animarte. Te mando un beso.
ResponderExcluirBelo e reflexivo poema, Rosélia. Afinal, para muitos dos nossos males, a sensibilidade da escrita funciona como um verdadeiro bálsamo para a alma e para a sociedade, criticando com precisão o ego e a arrogância. É nesse cenário que surge o poeta como o condutor dessa mensagem, aquele que diagnostica o invisível aos olhos frios. A receita para abandonar esse 'quadro cruel' não está nos remédios tradicionais, mas sim em permitir que a sensibilidade e a decência da poesia floresçam.
ResponderExcluirGostei do poema.
Um abraço, Rosélia!
Um poema que convida à reflexão sobre os males invisíveis da sociedade, lembrando que a humildade, a fraternidade e a poesia podem ser importantes remédios para os excessos do ego...
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