A cura vem pela fala,
mas falar dói,
então escreva...
Freud
Há ruídos lá embaixo,
Quanto silêncio por cima...
Há movimento no trânsito,
Corre com fluidez meu horizonte.
O azul por sobre a cidade,
Ouço vozes do Alto, defronte.
O anil no céu me põe no eixo,
Gratuidade do Criador de amor.
O cerúleo cobre minha ancianidade,
Reveste-me de pura bondade
O mérito não é pessoal,
É da tarde descomunal.
Como não poetar em lugar assim
Se sinto até cheiro de jasmim?
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Há lugares e fatos que nos pedem ,convidam a poetar e tu o fazes lindamente! beijos, chica
ResponderExcluirQue lindo o seu texto!
ResponderExcluirAdorei ler e ver seu blog.
Parabéns!
Beijos
ResponderExcluirBoa noite, amiga Roselia!
A poesia é sempre bela, seja qual for a hora e o local onde a inspiração impera. Como este belo poema nos retrata.
Gostei bastante, estimada amiga.
Deixo os votos de um bom fim de semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Lindo poema. Te mando un beso.
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