"O escritor aproveita tudo, ele se vale de tudo, ele se vale de uma abelha, de uma borboleta, um gesto, uma palavra...
Muitos contos meus nasceram de uma palavra,
outros nasceram de uma imagem,
outros nasceram de um sonho,
Nós aproveitamos tudo, tudo é bom,
é uma alquimia muito misteriosa,
tudo aquilo a gente vai pondo,
numa espécie de caldeirão e aquilo vai fervendo e a gente nem sabe direito no que vai sair dali.
é uma experiência realmente extraordinária."
Uma inspiração puxa a outra,
Sem parar... incessantemente.
É uma explosão de amorização
De palavras, versos, estrofes.
Enredos bem distintos pululam
Na mente criativa, extrapolam.
Condensa emoções, imagens,
Sente encantamento em nuances.
Quiçá virá uma nova motivação
Na hora, no dia, na tarde, na noite?
Na madrugada, a poética cansa,
A poesia repousa, a poetisa descansa.
Participo da iniciativa das amigas Patrícia e Rosana.
Desde pequenina, Raquel adorava livros, ler e escrever foram seu maior lazer.
Se tivesse ficado sempre numa mesma casa, no mesmo país, teria um quarto / biblioteca exatamente assim como na foto acima se não tivesse arrumado todos seus livros, seus rascunhos, se não tivesse se libertado de todos os já devidamente arquivados em livros seus e em arquivos.
Não conseguiria deixar fluir sua inspiração com o desleixo pelo espaço do seu trabalho em prol da literatura.
Precisava de ter um espaço organizado, limpo, a fim de dar vazão ao seu intelecto e coração a trabalharem na paz. Assim que cuidava de tudo com carinho. Não deixava o ambiente desleixado.
Livros, cadernos, não merecem ser destroçados jamais nem jogados ao léu.
Se passados a limpo, dava o devido lugar de destaque e merecimento. Na lixeira, adequadamente, todo o material ou para reciclagem ou para descarte normal.
A organização do caos é fundamental para manter livre o ser humano de pane mental.
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