Poesia é voar fora da asa.
(Manoel de Barros)
A noite traz lembranças duras,
seu diário se enche de palavras,
tem iluminações profícuas,
versos em cadências.
É tendenciosa, amorosa solidão.
traz gosto amargo, intenso
de evolução em profusão,
coração arde, é denso.
A escuridão iluminada pela poesia,
é-lhe suporte, escorada pelo amor,
tece versos em bela sintonia,
ao seu escrito amador.
A fiel inspiração vem arrebatar
seu ser por inteiro, cede,
antecipa-se no arrematar
cada poema, tem sede.
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Querida Roselia,
ResponderExcluirseu poema caminha entre sombra e luz com delicadeza. A solidão que você apresenta não é vazia; ela é fértil, amorosa, lugar de gestação dos versos. A poesia surge como sustento, como clarão que ilumina a noite e dá sentido ao ardor do coração. Há uma entrega inteira à inspiração, quase urgente, que faz do poema não apenas escrita, mas necessidade da alma.
Beijinho
Fernanda
Olá, amiga Roselia!
ResponderExcluirPoema muito belo. Onde o dia e a noite, são os companheiros fieis do poeta, na sua deambulação pelos seus sentires e emoções.
Gostei bastante deste lindo poema.
Parabéns!
Deixo os votos de uma boa semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Sede de poesia: existirá alguma que seja mais gostoso saciar? Meu abraço, Rosélia; boa semana, feliz 2026!
ResponderExcluirProfundo poema, yo creo que lo que hacer latir a nuestro corazón nos inspira. Te mando un beso.
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